“Queria saber como expressar em belas palavras a pureza das verdades que existem nas experiências adquiridas a cada instante, para poder gravar na memória a beleza de viver, de sentir, e poder assim, passá-las ao mundo todo, para que todos consigam vê-las e perceber como é linda a vida (...).” – Camilla Teixeira de Oliveira -

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O clichê do amor


Como poderia eu, expressar em palavras, a enormidade dos meus sentimentos?
Faltam palavras belas e sinceras neste meu dicionário que é minha mente... Faltam palavras verdadeiras e que não sejam ambíguas... Faltam palavras para tornar sólido o meu amor...
Quero livrar-me dos clichês e dizer-te algo novo, inusitado, algo inédito, mas não consigo...
És minha razão de viver e não posso negar isso ao mundo, nem a ti. És meu mundo, minha teoria de existência, alma gêmea.
Nossa! Como é impossível livrar-me dos clichês... Tu me completa.
E estas poucas, simples palavras são as únicas que podem chegar, talvez, um tanto perto do amor, do meu amor. Nada posso te pedir, uma vez que nem mesmo eu sei o que falar, porém talvez valha à pena arriscar,
Só te peço que acredite, que apesar da simplicidade do texto, a única coisa que quero mostrar,
É que eu amo você, e eternamente, vou amar.


Eu só estava pensando


Eu só estava pensando
Que as coisas não sejam, talvez, tão ruins assim.
O sol ainda brilha, levando-me às profundezas do teu olhar...
A chuva ainda cai, molhando sua boca, que tanto anseio por beijar...
O tempo ainda passa, acelerando a cada instante o momento em que irei te reencontrar...
Eu só estava pensando
Que mesmo, talvez, quando as coisas estão ruins, não estão tanto assim.
Mesmo que o sol não esteja brilhando e o dia esteja cinza, eu ainda assim me perderei na intensidade do teu olhar...
Mesmo que a chuva não caia e tua boca não esteja molhada, eu ainda assim vou querer te beijar...
Mesmo que o tempo não passe, pelo menos não na minha louca mente, e os ponteiros pareçam parar, ainda assim eu sei que a qualquer instante vamos nos reencontrar...
E eu só estava pensando
Que mesmo que meu amor não pareça tão enorme e infinito,
Ele é, tão enorme e infinito,
E seu.

Eu sim! Você? Nunca mais!





Eu esperei, por tanto tempo, este momento
E de repente, percebi que foi tudo em vão
De tanto esperar esqueci-me de mim
Tirei minha própria importância de mim
Deixei bons, ótimos, imperdíveis momentos se perderem de mim, tudo por estar esperando... Esperando algo que realmente nunca chegou... De que adianta você estar na minha frente e eu não estar te vendo, mesmo que figuradamente?
Estou acordada e não te enxergo
Você nunca fez parte de mim, da minha vida
Por que deveria fazer agora? Besteira.
Perdi bons momentos da minha vida
E agora eu cansei. Eu me lembrei de mim. E entendi: a importância que por tanto tempo te dei, deveria ter dado a mim mesma,
E é isso que farei.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Beleza




Queria saber como expressar
Em belas palavras
A pureza das verdades
Que existem nas experiências
Adquiridas a cada instante
Para poder gravar na memória
A beleza de viver
De sentir
E poder assim,
Passá-las ao mundo todo
Para que todos consigam vê-las
E perceber como é linda a vida
Rodeada de flores, de cores
Rodeada de amigos, de felicidade.
Rodeada de amor...
Para isso, apesar de não poder dizer com as mais sábias e belas palavras
Basta querer perceber
E aceitar que nem sempre as coisas devem ser como queremos para serem belas
E sim, que são como são, pois é assim que devem ser
E por isso são belas.

Somos nós



Adoraria estar em qualquer lugar agora
Desde que meu amor estivesse comigo
Não ia importar se fosse na rua, casa ou escola
Com você ao meu lado, nada mais importa
O que interessa é estar contigo, sentindo as maravilhas do amor e de amar
Sentir seu cheiro e me perder em seus braços
Ganhar os seus beijos e te dar muitos abraços
Sem me preocupar com o depois
Afinal o hoje é tudo o que temos
E o amanhã talvez não venha
 Mas não importa... O que importa somos eu e você, o que importa somos nós
E isso para mim é tudo
Tudo para mim somos nós

Por Camilla T. e Amanda Vasconcellos
Data: 11/11/11